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Saúde mental no centro das estratégias de RH

Saúde mental no centro das estratégias de RH

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Atualização da NR-1 reforça o papel do profissional de Recursos Humanos na prevenção de riscos psicossociais e na promoção do bem-estar no trabalho

A saúde mental dos colaboradores nunca esteve tão em pauta dentro das organizações. Com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) do Ministério do Trabalho, em vigor desde 25 de maio, as empresas têm um ano para se adaptar às novas exigências relacionadas à identificação e prevenção de riscos ocupacionais. Entre eles os riscos psicossociais, como estresse, depressão e burnout. 

Antes dessa atualização, a NR-1 estabelecia apenas diretrizes gerais sobre segurança e saúde no trabalho, com foco em riscos físicos, químicos e biológicos. Agora, o texto passou a contemplar de forma explícita os riscos psicossociais, que incluem fatores emocionais, comportamentais e sociais capazes de comprometer o bem-estar do trabalhador. 

A norma atualizada exige que as empresas adotem medidas preventivas e planos de ação para lidar com esses riscos, além de integrar a saúde mental às estratégias de gerenciamento ocupacional.

Para a gestora do curso de Tecnologia em Recursos Humanos da UniMAX, professora Carla Borges, essa mudança reforça a relevância do RH como protagonista das políticas de cuidado emocional e qualidade de vida. 

“Quando falamos em saúde mental do trabalhador, precisamos lembrar que a atualização da NR-1 passou a incluir com mais clareza os riscos psicossociais, como depressão e burnout. Se o profissional de RH não estiver atento a isso e não fizer um bom trabalho de prevenção, a empresa pode sofrer com altas multas”, explica Carla.

Na prática, isso significa que o setor de Recursos Humanos precisa atuar de forma estratégica, não apenas para cumprir a legislação, mas também para garantir ambientes mais saudáveis e produtivos. 

O preparo dos profissionais torna-se essencial para criar ações de prevenção, implementar programas de bem-estar e acompanhar indicadores relacionados à saúde emocional dos times.

Além de atender às exigências legais, investir no bem-estar emocional fortalece o posicionamento das empresas no mercado. “Organizações que valorizam a saúde mental tendem a atrair e reter talentos com mais facilidade, reduzir índices de absenteísmo e aumentar o engajamento dos colaboradores”, ressalta a gestora. “Em um cenário em que propósito e qualidade de vida são diferenciais competitivos, a gestão estratégica de pessoas passa a ser também uma ferramenta de valorização da marca empregadora”.

Capacitação profissional

Na UniMAX, essa visão é incorporada à formação dos alunos desde os primeiros semestres do curso de Tecnologia em Recursos Humanos.

“Já no segundo e terceiro semestres, os estudantes têm disciplinas que abordam saúde, segurança e qualidade de vida no trabalho, alinhando teoria e prática. Mais adiante, em consultoria e auditoria em RH, eles aprendem a trabalhar com indicadores que incluem a saúde mental do colaborador”, destaca Carla. Com uma grade atualizada e alinhada às exigências do mercado, o curso prepara profissionais capazes de liderar estratégias de prevenção, apoiar a adaptação das empresas às normas e transformar a saúde mental em um pilar da gestão de pessoas.

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