
Encontro abordou impacto, ética e aplicações práticas da IA na atuação e nos estudos em Educação Física
O curso de Educação Física do Centro Universitário Max Planck (UniMAX) realizou, nesta quarta-feira (25/02), no auditório da instituição, sua aula magna de abertura de ano letivo, reunindo estudantes e docentes para uma reflexão sobre o papel da tecnologia na formação acadêmica e na prática profissional.
Com o tema “Inteligência Artificial na Educação Física: Potencializando Estudos, Pesquisa e Formação Profissional”, o encontro foi conduzido pelo professor Marcone Medina, que apresentou uma abordagem atual e prática sobre como a Inteligência Artificial (IA) tem transformado o cenário educacional e o mercado de trabalho na área.
Durante a palestra, o docente destacou que a IA deixou de ser apenas uma ferramenta de produtividade para se tornar um verdadeiro “copiloto estratégico” de profissionais, empresas e instituições. A aula foi estruturada em três eixos principais: o impacto real da IA na Educação Física, a importância da engenharia de prompt para uso estratégico de ferramentas como ChatGPT, NotebookLM e Gemini e os princípios do uso consciente e ético da tecnologia.
Segundo Medina, a proposta foi demonstrar, com exemplos práticos, como a IA pode contribuir em diferentes frentes da atuação profissional, desde a prescrição de treinos e a análise científica até a produção acadêmica e a organização da carreira. “Mais do que apresentar ferramentas, buscamos mostrar que a inteligência artificial deve amplificar a capacidade técnica e o pensamento crítico do profissional, mas nunca substituir o conhecimento científico e a responsabilidade ética”, afirmou.
O professor também ressaltou que dominar o uso da IA tornou-se uma competência estratégica para os futuros profissionais de Educação Física. “Em um mercado cada vez mais tecnológico, o profissional que souber utilizar a IA com método, base científica e ética estará mais preparado para os desafios da área”, disse.
A aula magna reforçou a importância de discutir não apenas a tecnologia em si, mas também seus impactos na liderança, na governança e na formação de profissionais capazes de utilizar a inovação de forma consciente. “O desafio agora é potencializar o uso da inteligência artificial com responsabilidade, gerando impacto real na vida dos profissionais e da sociedade”, concluiu Medina.





